Coreógrafa Vera Mantero volta ao Brasil para apresentar dois espetáculos

  • Postado dia 23 de Outubro de 2015

A renomada coreógrafa e bailarina portuguesa Vera Mantero está de volta ao Brasil e irá apresentar dois espetáculos de sua autoria nas cidades de Fortaleza e Rio de Janeiro.
 
Programação
 
OS SERRENHOS DO CALDEIRÃO, EXERCÍCIOS EM ANTROPOLOGIA FICCIONAL (2012)
 
FORTALEZA | 29 de Outubro às 21h, Estação Teatro Dragão do Mar - CDMAC
 
X Bienal Internacional de Dança do Ceará
http://www.bienaldedanca.com 
 
O QUE PODEMOS DIZER DO PIERRE (2011)
 
RIO DE JANEIRO | 31 de Outubro e 1 de Novembro, das 16h às 18h | Programa 'Tardes no Parque', Parque Lage
 
Festival Panorama 2015
http://panoramafestival.com 
 
Mais informações disponíveis em www.orumodofumo.com 
 
VERA MANTERO
 
Nasceu em Lisboa em 1966 e a par da coreografia também é bailarina. Estudou dança clássica com Anna Mascolo e integrou o Ballet Gulbenkian entre 1984 e 1989. Começou a sua carreira coreográfica em 1987 e desde 1991 tem mostrado o seu trabalho, a solo ou em grupo, por toda a Europa, Argentina, Brasil, Canadá, Coreia do Sul, EUA e Singapura.
 
Dos seus trabalhos destacam-se os solos “Talvez ela pudesse dançar primeiro e pensar depois” (1991), “Olympia” (1993), “uma misteriosa Coisa, disse o e.e.cummings*” (1996), “O que podemos dizer do Pierre” (2011) e “Os Serrenhos do Caldeirão, exercícios em antropologia ficcional” (2012) assim como as peças de grupo “Sob” (1993), “Para Enfastiadas e Profundas Tristezas” (1994), “Poesia e Selvajaria” (1998), “Até que Deus é destruído pelo extremo exercício da beleza” (2006) e “Vamos sentir falta de tudo aquilo de que não precisamos” (2009).
 
Participa regularmente em projectos internacionais de improvisação ao lado de improvisadores e coreógrafos como Lisa Nelson, Mark Tompkins, Meg Stuart e Steve Paxton.
 
Desde o ano 2000 dedica-se igualmente ao trabalho de voz, cantando repertório de vários autores e co-criando projectos de música experimental.
 
Em 1999 a Culturgest organizou durante um mês uma retrospectiva do seu trabalho realizado até à data e que se intitulou “Mês de Março, Mês de Vera”.
 
“Comer o Coração”, criado em parceria com o escultor Rui Chafes, representou Portugal na 26ª Bienal de São Paulo 2004.
Ensina regularmente composição e criação em Portugal e no estrangeiro.
 
No ano de 2002 foi-lhe atribuído o Prémio Almada (IPAE/Ministério da Cultura Português) e no ano 2009 o Prémio Gulbenkian Arte pela sua carreira como criadora e intérprete.
 
Em 2013 e 2014 criou as instalações performativas “Oferecem-se Sombras” e “Mais Pra Menos Que Pra Mais”, esta última uma parceria entra a Culturgest e o Maria Matos Teatro Municipal.

Fonte: Da redação (publicobrasil.com.br), com Embaixada de Portugal em Brasília.

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