Recital da pianista Marlene Akel inicia festividades de Natal do ‘Projeto Arte e Cultura no TJSP’

  • Postado dia 02 de Dezembro de 2014

O Salão do Júri do Palácio da Justiça foi pequeno para acomodar magistrados e servidores públicos que assistiram hoje (2) à apresentação da pianista Marlene Akel, em evento que iniciou as festividades natalinas do Projeto Arte e Cultura no TJ.
        
A virtuose começou os estudos do instrumento aos 5 anos de idade, guiada pela mãe, Antonieta Curi Akel, que lhe ministrou os conhecimentos básicos. Aluna de José Augusto de Souza Lima, João de Souza Lima e Gilberto Tinetti, cursou também o Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Marlene Akel apresenta-se em recitais e concertos pelo País, atuando ainda como solista de orquestras.
        
O repertório foi composto de composições consagradas, tanto estrangeiras quanto brasileiras. Na sequência, Sonata nº 3 (Domenico Scarlatti), Valsa de Esquina nº 2 (Francisco Mignone), Fantasia Improviso Opus 66 póstuma, Polonaise Militar, Valsa Opus 64 nº 6 e nº 7 e Noturno Opus 9 nº 2 (Frederic François Chopin). A performance contou ainda com um pout-pourri de tangos – Mano a Mano (Razzano), A Média Luz (Donato), Sus Ojos Si Cerraron (Gardel) e La Comparsita (Rodrigues) –, seguido por Prelúdio do Amor Eterno, de Reinaldo Akel, irmão da pianista, Apanhei-te Cavaquinho e Brejeiro, de Ernesto Nazareth, Brasileirinho, de Waldir Azevedo, e Grande Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional Brasileiro, de Louis Moureau Gottschalk. Uma surpresa, fora do roteiro, foi reservada ao final, com a execução de Tico-Tico no Fubá, de Zequinha de Abreu. “É uma emoção especial tocar num ambiente maravilhoso como este”, afirmou a pianista.
        
Prestigiaram o recital o presidente José Renato Nalini, o vice-presidente Eros Piceli, o corregedor-geral Hamilton Elliot Akel, o presidente da Seção de Direito Público, Ricardo Mair Anafe, o presidente da Seção Criminal, Geraldo Francisco Pinheiro Franco, a presidente do Comitê de Ação Social e Cidadania (CASC), Maria Luiza de Freitas Nalini, desembargadores, juízes assessores, o chefe de gabinete da Presidência do TJSP e decano da Academia Paulista de Letras, poeta Paulo Bomfim, servidores da Corte e convidados.
        
Fernandópolis – O fórum inaugurou ontem (1º) a exposição “Cores e Formas – Artistas Fernandopolenses”, que embelezará até o dia 19 o saguão do prédio com pinturas a óleo sobre tela e esculturas dos artistas Onivaldo Loverde, Pedro Loverde e Dagmar Souza, além de grafites sobre papel de Flávio Takai e Lucar Corte. “Estamos muitos felizes com o projeto ‘Arte e Cultura no TJ’ na comarca. Nossa agenda está em plena execução e, depois de três meses com apresentações musicais com jovens artistas, desta vez temos uma exposição”, disse o juiz diretor do fórum, Evandro Pelarin.
        
O magistrado contou que ficou sensibilizado com relato de uma das artistas em entrevista a jornal da região (CidadãoNet). Dagmar Souza disse que o convite foi como um presente de Natal, por poder mostrar sua arte em um projeto tão grandioso e em um espaço tão conceituado. “Sinto-me honrada, principalmente porque o projeto é direcionado a funcionários e frequentadores do fórum, que merecem melhor qualidade de trabalho e reconhecimento. Dessa forma, vejo que a arte pode alcançar o objetivo de alegrar, sensibilizar e enriquecer culturalmente as pessoas. E nós, artistas de Fernandópolis, estamos sendo respeitados como seres humanos, divulgando a nossa criatividade e recebendo amor”, afirmou a pintora.
 
Além do juiz diretor e dos artistas, o evento de abertura também contou com a participação do juiz Mauricio Ferreira Fontes, da Vara do Juizado Especial Cível e Criminal, servidores, advogados e jurisdicionados.
        
Limeira – Na última sexta-feira (28), o grupo de palhaços “Cirurgiões da Alegria” realizou uma intervenção no fórum. O objetivo do trabalho, realizado em várias empresas, é motivar os funcionários a promoverem transformações e refletirem sobre a graça da vida. O grupo também levou uma exposição com trabalhos desenvolvidos por ONG.

Fonte: Da redação (Justiça em Foco), com TJSP

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