Navio oceanográfico Ary Rongel deixa o Rio com destino à Antártica

  • Postado dia 06 de Outubro de 2014

O navio de apoio oceanográfico Ary Rongel, da Marinha do Brasil, partiu hoje (6) da Base Naval do Rio de Janeiro, na Ilha de Mocanguê, em Niterói, para a Antártica onde dará continuidade ao Programa Antártico Brasileiro (Proantar). No sábado (11), às 10h30, o navio polar Almirante Maximiniano deixa a base, com o mesmo destino. A previsão é que as duas embarcações retornem ao Brasil em abril de 2015.
 
Os navios farão escalas nos portos de Rio Grande (RS); em Ushuaia, na Argentina; Punta Arenas, no Chile; Montevidéu, no Uruguai; e Buenos Aires, na Argentina, para dar continuidade às ações de suporte ao Proantar.
 
Segundo a Marinha, as embarcações executam as tarefas de apoio logístico aos módulos antárticos emergenciais (MAE), da Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF) e aos projetos de universidades brasileiras nas áreas de oceanografia e hidrografia, biologia, geologia, antropologia e meteorologia, fazendo levantamentos oceanográficos, coletas de amostras de água e de solo marinho, estudo das aves, pesquisas geológicas nas ilhas do Arquipélago das Shetland do Sul e na Península Antártica, além de observações meteorológicas e do comportamento das massas de água na região, que muito influencia o clima do planeta.
 
Para cumprir as tarefas, os navios transportam helicópteros modelo Esquilo biturbina e militares do Primeiro Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-1). Contam, também, com o apoio de equipes de mergulhadores da Força de Submarinos da Esquadra Brasileira, aptas a tarefas nas águas da Antártica.
 
De acordo com a Marinha, o navio de apoio oceanográfico Ary Rongel, também conhecido como Gigante Vermelho, cumpre a sua 21ª missão e está preparado para a navegação em regiões polares, além de operar em campos de gelo fragmentado. Já o navio polar Almirante Maximiano, fará sua sexta viagem e está preparado para a navegação em regiões polares. Uma de suas vantagens é que ele tem um guincho geológico capaz de coletar amostras do assoalho marinho, em profundidades de até 10 mil metros.

Fonte: Da redação (Justiça em Foco), com Agência Brasil

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