Enfam e CJF promovem curso para formadores com professoras francesas

  • Postado dia 29 de Setembro de 2014

Vinte e cinco juízes que atuam na formação de magistrados e servidores da Justiça estadual e federal participam de um curso realizado pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) em parceria com o Centro de Estudos Judiciários do Conselho da Justiça Federal (CEJ/CJF), a Escola Nacional da Magistratura da França (ENM) e a embaixada francesa em Brasília. O curso seguirá até a próxima sexta-feira (3).
 
A abertura da quarta edição do curso Formação de Formadores foi realizada pelos ministros João Otávio de Noronha, diretor-geral da Enfam, e Humberto Martins, diretor do CEJ/CJF e corregedor da Justiça Federal. Os ministros deram as boas-vindas aos participantes e às professoras francesas Chantal Baron e Emmanuelle Leboucher-Cabelguenne, responsáveis por trazer aos juízes brasileiros a experiência da ENM.
 
O ministro Noronha assegurou que o modelo de ensino francês aplicado aos magistrados é o que mais se amolda ao sistema brasileiro, daí a decisão de trazer as professoras da ENM para ministrar o curso. “É um curso para professores que vão formar outros professores da magistratura”, sintetizou.
 
Aprimoramento
 
Humberto Martins ressaltou a importância da parceria estabelecida com a escola da França para viabilizar a realização do curso. Afirmou que a Enfam é o local de aprimoramento intelectual, reciclagem e desenvolvimento de habilidades dos juízes e destacou a excelência da escola francesa no repasse de conhecimento de qualidade para o magistrado brasileiro.
 
A Enfam e o CEJ estabeleceram parceria com a ENM pela reconhecida excelência da escola francesa na formação de magistrados e pelas experiências anteriores bem-sucedidas na realização de cursos de formação de formadores.
 
Entre os temas que serão abordados estão: Competências esperadas do magistrado no papel de formador; Situações profissional e referencial da profissão de magistrado; Objetivos de formação e objetivos pedagógicos; e Diferenças entre os métodos pedagógicos e sua relação com as teorias de aprendizagem.
 
O conteúdo programático do curso foi definido pelas instituições parceiras com foco nas metodologias e técnicas pedagógicas necessárias para o trabalho prático do magistrado que atua como formador de seus pares.

Fonte: Da redação (Justiça em Foco), com STJ

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